sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Uma ida ao Inhotim

Olá pessoal, boa noite! Após passar 5 meses sem texto, estou de volta, e hoje venho falar sobre uma curta viagem que fiz. Boa leitura a todos!
 Quarta-feira, 10 de agosto de 2016. Acordei com uma meta fixa: partir para a rodoviária para adquirir bilhetes para o trajeto Belo Horizonte - Inhotim. A quarta-feira é um dia de visitação gratuita ao Instituto Inhotim de Arte Contemporânea, então eu decidi voltar lá após 7 anos (a minha primeira vez foi nesse camarada aqui, em excursão escolar). Eu iria de coletivo mesmo, na linha 3788, entretanto por livre e espontânea pressão vontade decidi ir de rodoviário na última hora, na terça à noite, por que se não fosse assim não seria eu, hahahahahahahahaha. No site, o convencional estava esgotado, mas para nooooossa alegria, haviam 8 passagens no Executivo, mas como não tenho cartão de crédito, me ferrei teria de comprar as passagens pessoalmente. Até aí tudo bem, exceto pelo fato de que o Inhotim é um destino que tem grande apelo.
Carro em que fui até o Inhotim.
Assim, tracei uma meta: acordar bem cedo, ir pra Estação Diamante e pegar o primeiro 30 Direto que estivesse parado e ir nele, ainda que eu fosse de pé. Como os motoristas da Sidon são rachadores, e quando trata de correr muito, é com os caras mesmo. Cheguei a Diamante as 06:22 e as 06:25 parti. O motorista correu tanto que bateu médias de dias comuns mesmo no pico manhã, e graças a isso, as 7:00 em ponto adentrei ao saguão do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, o TERGIP, ou só Rodoviária de BH, e fui seco no guichê da Saritur, a empresa que faz a linha. Lá pedi passagens para Inhotim e recebi da biheteira a notícia que por hora detonaram minhas esperanças: "todos os ônibus estão lotados,". Mas ainda havia um lampejo de esperança: "pode ser que abra um ônibus extra, por que eles ali (e apontou para um grupo de 4 argentinos) também estão esperando." Falei OK e me afastei do guichê. Cerca de 15 minutos depois ela me chama, dizendo: "há 4 vagas para Inhotim no Executivo", na hora deduzi que tinham trocado esse por esse aqui, só que ela lembrou que os argentinos também estavam esperando, então a vaga ficou com eles, mas ela me disse: "pode ser que surja outra vaga ou abra o extra, tá cedo ainda", então me agarrei a essa esperança e continuei aguardando de frente pro guichê.
Uma das obras do Instituto.
Depois chegaram um casal com o mesmo destino e uma senhora, mas com a notícia, eles se dispersaram e eu continuei ali: a senhora foi tomar seu café da manhã e o casal foi comer algo. Pouco depois a bilheteira me chama e diz: "vamos abrir o extra, mas tem de ter no mínimo 10 pra ir, pode chamar o pessoal", e fui atrás deles. A senhora recebeu a notícia com alegria e foi pro guichê, mas no casal, as notícias não eram boas: eles iriam desistir da viagem por que um deles teve mal estar. Naquele momento, a ida nunca esteve tão perto e tão longe ao mesmo tempo. Entretanto, de repente apareceram as pessoas pra ir, e todos ficaram em festa, inclusive eu! Adquiri os bilhetes e logo em seguida fui comer algo, pois a fome tava batendo, e carreguei o celular um pouco.
Minha passagem de ida.
O plano era permanecer no saguão até 8:30, mas quem disse que tive paciência? Desci e vi os outros carros saírem, até que o 29880 encosta. Entreguei minha passagem e adentrei, minha poltrona era a 15. Fiquei de boa, mas como esse G7 tem o mesmo layout do 26660, carro que já viajei e abordei aqui, com a diferença é que o 29880 tem banheiro, o aperto uma hora seria inevitável, e essa hora chegou: assim que a passageira da frente entrou, inventou de reclinar o banco, amassando minhas pernas. Como a previsão era de ir carro vazio, fui pra um lugar onde ninguém iria amassar minhas pernas, a poltrona 35. Porém, minha previsão passou de um ledo engano: além do número de pessoas que foi no carro estar entre 25 e 30 pessoas, um rapaz chegou perguntando se aquele era meu lugar, disse que não e que voltaria ao meu, ele disse que não era preciso, pois queria na frente, e pelo visto ele achou o lugar lá. Permaneci ali, só que uma moça sentou e também reclinou, pulei pra 34, no corredor, e pronto.
Outra obra do museu.
Assim que o carro saiu, eu pensei: "era louco pra viajar num G7 1721BT5 da Saritur, mas me vem um 1722", isso por que ele parecia um 1722, eu podia jurar que era um. O motorista começou andando muito bem, e o carro desempenhando muito bem. Só que como a questão das passagens me tirou o sono (no sentido literal) na noite que precedeu a viagem, então dormi durante boa parte da viagem, mas enquanto ainda estava desperto, vi foi o motorista largando o aço na Fernão Dias. Depois acordei já em Mário Campos, mantendo o mesmo ritmo, até que chegamos ao Inhotim. Na chegada, ao olhar pro painel de relance, típico do Euro 5, tive a certeza que era 1721 mesmo. Após a visitação, era hora de retornar. Acabamos saindo antes dos 2 carros oficiais, o que falei no inicio e um igual ao que eu estava indo. A viagem de retorno foi bem tranquila, pra variar eu dormi. Em relação a conforto, achei a poltrona dele mais macia que a do carro ano 2011 que eu tinha andado, o espaço não mudou muito, mas deu pra viajar bem tranquilo nele. Por fim, chegamos a Rodoviária de BH, com uma sensação de felicidade e um gostinho de quero mais. Ah, e uma coisa: da próxima compro a passagem adiantado, certeza.
Agradeço a todos por terem vindo aqui mesmo sem ter conteúdo, pois tivemos um bom número de views no periodo, e até a próxima!!!

sexta-feira, 18 de março de 2016

Como distinguir as cores do transporte de BH?

Olá amigos, boa noite!!! Na postagem de hoje vamos falar sobre as cores dos ônibus de BH e RMBH, o que cada uma delas significa. Boa leitura a todos!!!
A primeira padronização por cores de Belo Horizonte ocorreu no ano de 1982, juntamente com a organização do sistema, gerido pela Metrobel. Era o sistema Probus. Antes as empresas tinham pintura própria, porém a partir de então implantou-se um padrão válido para a cidade de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Haviam apenas 2 cores, a cor azul representava linhas intituladas diametrais, que ligavam bairros e pólos regionais e industriais a outros bairros e pólos. A cor vermelha representava linhas expressas e semi-expressas, que ligavam bairros de BH e região ao Centro de BH. Depois veio a pintura do Uninorte, serviço que ligava Venda Nova ao Centro de BH. A pintura era branca com detalhes verdes.
Veículo de linha semi-expressa do padrão Probus, circulando pelo DER. Foto: Vitor Rodrigo Dias.
No ano de 1992 a Metrobel acabou encerrando as atividades, ficando as linhas que circulavam no município de Belo Horizonte com a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte - BHTRANS e as linhas que circulavam na Região Metropolitana com o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais - DER/MG. Os conceitos e cores permanecem os mesmos, porém no DER os prefixos, que antes eram de 4 números, passaram a ser uma letra e 3 números. No ano de 1997, com a inauguração da Estação Diamante, foram implantadas novas cores e em Belo Horizonte, acabou mudando alguns conceitos. A cor amarela representava as linhas que ligavam os bairros as estações, denominadas Alimentadoras. A cor verde representava linhas que ligavam as estações ao Centro de Belo Horizonte, denominadas Troncais.
Carro de uma linha troncal do padrão BHBUS. Foto: Vitor Rodrigo Dias
A cor laranja, até aquele momento servia para representar linhas que ligavam bairros e estações a bairros fora do Centro de BH, denominadas Perimetrais. Assim, a cor azul também mudaria em BH, passando a representar linhas que ligavam bairros, mas passando pelo Centro. No DER, somente a cor Amarela foi implantada, com o mesmo conceito de Belo Horizonte. Depois surgiram as linhas de cor verde, que eram as linhas executivas. Em Belo Horizonte, o conceito de linha troncal era revisto: passou a se considerar linha troncal qualquer linha que saísse de alguma estação e tivesse como destino qualquer local que estivesse dentro do perímetro da Avenida do Contorno ou outra estação.
Carro executivo, na primeira pintura do DER. Foto: Vitor Rodrigo Dias.
Na mesma época, os prefixos do DER passaram a ter uma composição de 5 dígitos, onde os 2 primeiros representavam a empresa e os outros 3 o número de ordem do carro. No ano de 2008 ocorreu a licitação de Belo Horizonte, que extinguiu a cor vermelha. As linhas semi-expressas passariam a dividir a cor verde com as linhas troncais. Também houve uma recomposição da prefixação: os 2 primeiros dígitos representavam o consórcio (sendo 10xxx para o Consórcio Pampulha, 20xxx para o BH Leste, 30xxx para o Dez e 40xxx para o Dom Pedro II) em que a empresa estava inserida e os outros 3 o número de ordem do carro.
Veículo de linha aliemntadora, do novo padrão de BH. 
No ano de 2009, ocorre uma recomposição da Região Metropolitana de Belo Horizonte: as linhas são divididas por consórcio, mudam novamente de órgão (do DER/MG para a Secretária de Estado de Transportes e Obras Públicas - SETOP) e são todas renumeradas segundo seus consórcios, sendo as linhas iniciadas pelo número 1xxx pertencem ao Consórcio Via Amazonas, 2xxx para o Consórcio Uniminas, 3xxx para o Consórcio Metropolitano, 4xxx para o Consórcio Estrada Real, 5xxx para o Consórcio Linha Verde, 6xxx para o Consórcio Esmeraldas Neves e 7xxx para o Consórcio Cidade Industrial.
Veículo de linha semi-expressa, do novo padrão SETOP. 
No ano seguinte, ocorre outra reestruturação: os ônibus ganham nova pintura e os conceitos das cores são modificados: as linhas de cor vermelha e branco são linhas que ligam bairros ao Centro de BH e a região hospitalar, as linhas de cor azul representam linhas que ligam bairros e regiões a outros bairros e regiões, as linhas de cor laranja e amarelo ligam bairros e regiões a estações de Metrô e Ônibus e as linhas de cor verde continuam sendo linhas executivas.
Veículo executivo de BH.
No ano de 2011, são implantadas as linhas executivas de BH, e são operadas por ônibus na cor cinza. Com a implantação do MOVE, foram implantadas mais 2 pinturas, uma do MOVE BH, de cor verde-limão e outra do MOVE Metropolitano, de cor verde escuro e cinza.
Agradeço a todos por terem lido, até a próxima!

sexta-feira, 11 de março de 2016

Um passeio de BYD por BH

Olá amigos, boa noite!!! Na postagem de hoje vamos falar do BYD K9 Auto, que está sendo testado em Belo Horizonte. Boa leitura a todos! 
2016 começou com uma grande novidade nas ruas de BH. Com grandes atrasos no cronograma da BYD, chegou para testes em BH o K9 Auto, e ele está sendo testado pela Viação Torres. E como você já deve saber, eu busco as novidades relevantes, não somente pra trazer material pra cá, mas para agregar conhecimento e experiências dentro do hobby, e em alguns casos vivenciar, ainda que por algumas horas, uma realidade diferente. E foi nesse intuito que no dia 29 de Janeiro fui atrás do BYD. Com os horários na mão, cedidos por um amigo, ficou tudo mais fácil. Naqueles dias ele estava escalado na linha 9105 (Nova Vista/Sion), o que tornava tudo ainda mais fácil. Mas, tinha um porém: ele não saiu as ruas nos dois dias que antecederam minha ida ao encontro dele. Isso aumentou minha expectativa para mais de 8000. E pra dificultar, as viagens dele não constavam no SIU Mobile BH, app que já expliquei aqui pra que serve (Se quiser saber, digita na caixa de pesquisa do blog, a direita, e você acha).
Interior do BYD.
Chamei um amigo pra ir junto e ele topou ir. Porém ele também teve um imprevisto e provavelmente nem chegaria pra seguir comigo. Saí, de casa, dei uma passada no shopping, acertei os últimos detalhes e parti com destino ao Centro. Mas especificamente naquela data, resolvi fazer uma parada no Parque Municipal, pra arejar um pouco a cabeça antes. No caminho de lá, fui no 30523, um Caio Apache Vip III OF1721 BT5 da Transoeste pela 33, a escolha foi essa por que eram os últimos dias da gestão passada, então pra despedir fui nele. O motorista andou bem, o carro tava bem bacana, porém o ar de melancolia da despedida prevaleceu. Mas essa não seria a vibe do dia. Passei no Parque Municipal, e no horário marcado eu esperei meu amigo, até que o ônibus dele apareceu. Nos encontramos e fomos para o ponto. A cada Mascarello que aparecia, a expectativa aumentava, pois a chance de vir um carro normal era grande. Olhei o SIU Mobile e não constava nenhuma viagem em aberto, já era um bom sinal. Até que apontou da Contorno, vindo do Viaduto da Floresta, ele! O BYD K9 Auto, carro 80104, na linha 9105. Ele se aproximou de forma tão silenciosa e suave que nem foi perceptível.
Momento da chegada do BYD ao ponto.
 Embarcamos, passamos a roleta, fomos pro fundo e assentamos. Mesmo com os assentos de plástico, sem estofamento algum, ele era mais confortável e ergonômico que muito carro com banco estofado por aí. Fora o silêncio e a ausência de tremedeira, quando ele parava parecia que ele se desligava. Ele se desenvolveu durante o trajeto de forma firme e segura, e os passageiros pareciam gostar muito dele. Chegamos ao Sion e como ele já estava pra virar a viagem de 16:30, tirei algumas fotos e fui embarcar nele.
Traseira do BYD. Foto no PC do Sion, enquanto ele aguardava pra fazer a viagem de 16:30.
Os passageiros que pegaram no Sion estavam falando coisas meio sem noção, como a quantidade de assentos, uma delas chegou a falar que no horário de pico ônibus maiores deveriam ser escalados na linha, outros, pelo simples fato dele ter as escotilhas, acharem que não ligaram o ar pra "economizar alguma coisa" e outros sugerindo a retirada das baterias pra colocar mais bancos, mas tinham passageiros elogiando e exaltando o fato dele ser importado.
Outra foto do BYD, no PC do Sion.
O BYD é um excelente veículo, dá de 1000x a 0 em vários ônibus nacionais, pelo seu conforto e tecnologia empregada, sua marcha lenta é quase imperceptível. Após o passeio, descemos no Centro e fomos caminhando até a Amazonas 709, o famoso "1° ponto do 30", onde pegariamos o 30 Direto até a Estação Diamante. Pegamos o 30217 até a Estação Diamante, e o carro veio bem. Depois nos separamos e eu terminei meu trajeto até em casa, pondo fim a esse dia fantástico.
Agradeço a todos por terem lido e até a próxima!!!

sexta-feira, 4 de março de 2016

Minha primeira viagem rodoviária residindo em Minas - por Thiago Salles

Olá amigos, boa noite!!! Por causa de problemas externos, pelo menos até Julho vamos continuar no nosso horário habitual. Gostaria de mais uma vez agradecer a todos pelas visitas, pois alcançamos a marca de 6 mil views no geral, no texto mais lido do blog alcançamos mais de mil views e o mês passado superou janeiro em visualizações. E o texto de hoje será o primeiro do ano feito por um convidado, e o convidado da vez é o Thiago Salles, que tive a honra de conhecer durante o encontro da APBUS aqui em Belo Horizonte, no texto dele ele conta como foi sua primeira viagem após sua mudança de cidade. Boa leitura a todos!!!
E com muita honra que escrevo nesse blog do meu grande amigo Eric, amigo de muitos anos já virtual e que nos conhecemos pessoalmente durante a 87 APBUS, realizada em dezembro ultimo. Nesse texto vou falar da minha primeira viagem de ônibus que fiz a SP depois que me mudei para Lambari, cidade localizada no sul de Minas, há um mês.
Fui a SP para reencontrar alguns amigos do hobby e com eles participar de um passeio Noturno. A empresa que faz a Linha SP-Lambari é a Santa Cruz e a passagem custa 52.00 reais.
Comprei a passagem antecipadamente 3 dias antes do embarque na Quarta feira 17/02 e o embarque seria no sábado 20/02 as 08h30. O carro que embarquei foi o 216100, que é um Marcopolo Paradiso G7 1050 de chassis Scania K340 ano 2010/2010. Saímos as 08h30 em ponto da Rodoviária de Lambari. No carro foram eu e mais 6 ou 7 passageiros, saiu vaziozinho de lá. Ele entrou na cidade de Heliodora, cidadezinha próxima a Lambari, deu uma circulada só na cidade, não houve novos embarques e então depois voltou pra estrada.
Carro da viagem entre Lambari e São Paulo. Foto: Thiago Salles.
Próxima Parada foi em Pouso Alegre, lá ele seria o SP das 10h15, portanto importante lembrar que o Santa Cruz pra SP das 10h15 em Pouso Alegre é o carro das 08h30 que saí daqui de Lambari. Creio que na Sexta também seja esse mesmo esquema. Em Pouso Alegre o carro encheu bem e ficou com lotação parcial de poltronas. Depois que saímos de Pouso Alegre apaguei, mesmo com a poltrona não dando pra inclinar muito (Vale lembrar que o Santa Cruz, pelo menos na SP-Lambari, é básico dos básicos, só WC, nada mais) e só fui acordar quando estávamos mais ou menos na altura de Mairiporã. Chegamos em SP na Rodoviária do Tietê as 13h00 em ponto. No geral, gostei do G7 da Santa Cruz, não batia nada, estava em ótima conservação e a única coisa que não gostei foi ele ser basicão, sem wi-fi, TV ou poltronas mais reclináveis, de resto excelente carro.
Assim que cheguei já tratei de ir comprar a passagem de volta pra casa já no domingo fui no guichê da Santa Cruz e tive uma bela surpresa: não havia partida pra Lambari aos domingos, o que é falha da empresa, já que a SP-Lambari é uma das principais linhas dela, e que só em época de Carnaval eles colocam alguma partida no domingo. Como ainda não conhecia nada assim de rota pra cá alternativa,optei em ir pra Pouso Alegre e de lá pegar outro pra Lambari. Por indicação de um amigo Matheus Vasconcelos, optei pela Bragança pois segundo ele os carros eram mais confortáveis com encosto nas pernas e tudo mais,o único ruim era que ele parava muito. Fui no guichê da Bragança, peguei uma passagem pra Pouso Alegre no horário das 08h00 da manhã de domingo, 21/02, no valor de 42,00 reais, a linha seria a SP-Varginha(MG) via Pouso Alegre. Após isso, fui carregar meu Bilhete Único e resolvi ir na saída do TRT pra ver se tinha alguém clicando por lá,não achando ninguém fui pro Mangueirão pra ver se achavam algum Gontijo lá pra clicar. Achei uns 3 ou 4 Gontijo lá mais a maior surpresa foi a chegada de um São Gontijo (apelido dado aos carros da Gontijo com a pintura da São Geraldo) que estava na SP-Porto Seguro(BA), o fato é que não tinha ainda nenhuma foto de um São Gontijo e pra mim foi uma surpresa.
"São Gontijo" que estava na São Paulo/Porto Seguro. Foto: Thiago Salles.
Depois de quase 1 mês sem andar em coletivo, resolvo pegar o 2 1834, um Millennium BRT 0500U Bluetec 5 de Transmissão Voith na linha 172N/10 (Center norte-Metrô Belém) e o mesmo bateu em um Corolla logo após de sair do TP no Center Norte, mas foi imprudência do Corolla, paramos um pouco e depois que se resolveram lá com o motorista do Corolla, seguimos viagem.
Bom depois de participar do passeio noturno, que consiste em andar nas linhas noturnas de SP, acompanho um amigo até o Tatuapé e assim que ele pega o ônibus de volta pra casa, corro pro Tietê cheguei cerca de 40 min.antes do embarque que seria as 08h. Finalmente encosta o ônibus na plataforma, o carro foi o 11004 Paradiso Marcopolo G7 1200 Scania K340 ano 2011/2011.
Em relação ao G7 da Santa Cruz, bem mais confortável, carro semi leito, com encosto nas pernas, partimos as 08h em ponto e minutos depois de deixarmos o Tietê apaguei, já que passei a noite toda no passeio noturno, foi um sono gostoso tanto que nem dormi quando cheguei em casa. Dormi de SP a Cambuí e chegamos em Pouso Alegre as 11h em ponto. Gostei demais do G7 da Bragança, carrinho muito top e confortável.
Carro da viagem São Paulo/Pouso Alegre. Foto: Thiago Salles
Assim que cheguei já fui comprar a passagem pra Lambari, no valor de 19 reais e uns quebradins, a empresa é a Gardenia. O horário seria as 13h30, e então as duas horas e meia fui no centro comer alguma coisa, dar uma voltinha ae voltei pra Rodoviaria. Sobre o carro, decepção total....o carro seria um cabrito, carro de prefixo 3505 da Gardenia, um Campione 3.25 2011 ano 2011/2011, pensa numa viagem ruim... saimos as 13h30 e foram 2h de sufoco (Ele para em Congonhal e Heliodora), mesmo o carro com A/C, viajar em rodoviário cabrito não é das melhores experiências, não via a hora de chegar em Lambari, acho que a Gardenia poderia escalar carros melhores nessa linha, porque 1722M (na minha opinião, claro) já é um chassis ruim em coletivos, piorou em rodoviários... chegamos em Lambari as 15h30. Bom esse foi um texto relatando minha primeira viagem rodoviária depois que mudei pra Lambari e agradecer ao Eric por permitir contribuir ao blog ao leitor do blog. Um abraço a todos.
Agradeço a todos por terem lido, e até a próxima!!!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Um pouco do encontro do grupo Amigos do Trecho

Olá amigos, boa noite!!! Antes até da introdução, vamos de 2 OFFs básicos que não estão ligados ao texto do dia. Depois volto com a introdução. 
OFF 1: certamente você deve ter visto a direita da tela uma seção que redireciona para links de nossas páginas em outras plataformas, até o momento só temos o Instagram e o Ônibus Brasil. Como o Insta é mais flexível, dá pra preparar conteúdos mais rapidamente e de forma mais simples. Então correu a informação de que um ônibus da Lirabus foi roubado. Compartilhamos a foto do ônibus com o aviso e graças ao nosso aviso e ao esforço de vários outros busólogos, o ônibus foi recuperado, mais informações por lá.
OFF 2: por motivos estudantis, o nosso horário de publicação irá mudar. Atualmente nossas publicações são as sextas-feiras as 20:00, mas agora as publicações serão as sextas-feiras, mas as 15:00, horário que já havia sido testado em Novembro de 2015. Nosso formato permanece o mesmo, sem demais alterações.
De volta a introdução, no texto de hoje contaremos um pouco do que aconteceu no Encontro do grupo Amigos do Trecho, ocorrido no penúltimo sábado do ano de 2015. Boa leitura a todos!!!
Sábado, 19 de Dezembro de 2015. Como tradicionalmente ocorria no penúltimo sábado do ano, segui para o encontro do grupo Amigos do Trecho, na Rodoviária de BH. Na parte da manhã, estaríamos na Rodoviária e a tarde, seguiriamos para uma volta de MOVE. Saí de casa correndo, mas quando pisei no ônibus, lembrei que havia esquecido a câmera. Esperei o próximo, peguei a câmera e fui até a Estação Diamante no carro 30440 da Paraense, um Torino 2007 VW 17.230EOD. Cheguei a referida estação, esperei na fila do 30 Direto e veio o carro 30561 da Viação Sidon, um Vip III OF1721 BT5 com suspensão a ar. Fiquei meio insatisfeito, pois queria ir no carro 30549, que deu embarque no 30 Parador, mas ok. Coloquei o fone de ouvido e fui ouvindo a 98FM, como sempre. O ônibus foi se desenvolvendo bem pelas avenidas, até que próximo ao Centro, ocorreu o inesperado.
Ônibus que peguei pra ir até a Rodoviária de BH, mas... Foto: Adão Marcelino/Ônibus Brasil
O ônibus parou próximo ao Colégio Santo Agostinho, perto de onde orientei os motoristas da Brasil Sul a entrarem, 1 semana antes. Achei estranho por se tratar de uma linha expressa, mas continuei a ouvir minha música e ainda estava usando meus óculos escuros. E o ônibus seguia parado. Aí eu achei de fato estranho, então tirei o fone de ouvido, os óculos escuros e fui perguntar aos demais passageiros o que era. Nem tive tempo de ser respondido, pois a cobradora mandou todos descerem. Assim que desci vi que saia do motor uma fumaça estranha, então me dei conta que a viagem não teria prosseguimento. Pelo menos não naquele carro. Então a cobradora seguiu pra trás do ônibus e deu sinal pra outros ônibus darem o socorro, mas vários deles ignoraram e seguiram viagem. O único que parou foi um Torino 2007 OF1722M da Progresso, 20448, que estava na linha 1505. Ele então nos socorreu e terminamos a viagem nele. Desci na Espírito Santo e fui caminhando até a rodoviária, inclusive passei na porta do Hotel onde meus amigos ficaram hospedados. Cheguei na Rodoviária e logo encontrei o pessoal do grupo por lá. Ficamos conversando e fotografando, até que no momento que apontou na Contorno o 14305 da Cometa, que estava plotado de rosa, em alusão a luta contra o câncer de mama.
14305 da Cometa, que fez com que todos voltassem a atenção para ele. Foto minha.
Cada um se ajeitou na calçada do Pátio Leste, e esperamos ele virar para entrar no pátio. Quando ele apontou, dedos nos obturadores, olhos nos visores. Ao mesmo tempo, todos apertaram os obturadores numa perfeita sincronia, e o carro 14305 foi registrado por todos. Após sua entrada, eu e alguns fomos até a plataforma onde ele estava, para ver o carro de perto. Quando chegamos, alguns poucos passageiros estavam posando para suas fotos ao lado dele, e nós fomos também tirar nossas fotos ao lado dele, até eu entrei na onda e tirei uma também. Depois nós tiramos uma foto com ele e saímos, para clicar a saída dele rumo a São Paulo, agora mais divididos, enquanto uns ficaram na calçada, nós fomos clicar ele. E assim seguiu o resto da manhã. Ao meio-dia seguimos para o almoço, depois ficamos a toa na Rodoviária e a tarde, seguimos para o rolê de MOVE. Fomos para a Estação São Paulo, ironicamente a mesma onde eu deveria ter entrado uma semana atrás com meus amigos paulistas.
Galera reunida para clicar o 14305 da Cometa. Foto minha.
 Mas dessa vez, iríamos tomar a 65 até a Pedro I, onde pegariamos uma das linhas pra Venda Nova. Veio o carro 20571, um Mascarello Granmetro O500MA da Globo e fomos nele. Apesar da lotação, arrumei um lugar pra assentar e fui ali. Enquanto ele corria e se desenvolvia bem pela Antônio Carlos, a conversa rolava solta, sobre vários assuntos da busologia, com um tom de zueira, é claro. Ele tava bem gelado e confortável. Descemos na última estação da Pedro I, esperamos, esperamos, esperamos e veio o 10814 da Milênio, um dos poucos Padron Direto do MOVE Municipal, um Torino 2014 1724L sem portas a direita. Tiramos a sorte grande. Apesar da viagem ter sido rápida, o carro tava bacana até, o AC 1000%, enquanto a conversa rolava solta.
Carro que tivemos a sorte de pegar na 63. Foto: Moisés Magno/Ônibus Brasil
Chegando a Estação Venda Nova, bebemos água e fomos pra plataforma, onde o carro 10735 já estava nos aguardando. Conhece o 10735? Conhece sim que eu sei!!! Fomos nele até a última Estação da Vilarinho, com muita zueira. Chegando nela, logo veio o 40516 da Milênio, um Torino 2014 OF1724L, pela 62. Pegamos ele com destino a Cristiano Machado, onde retornariamos para a Estação São Gabriel. Pegamos um ônibus que até hoje não me lembro qual até a Estação São Gabriel. Iriamos ficar por lá, mas veio o carro 20596, um Granmetro B340M misto da Torres, na linha 83D, outra vez onde tiramos a sorte grande. Voltamos nele, fazendo a festa, e dessa vez eu e meus amigos nos revezamos no posto de cobrador, que estava vazio. No fim da viagem fui sentado lá, e foi bem bacana encerrar a viagem assentado ali. Chegamos ao Centro e naquele ponto alguns amigos decidiram não continuar.
Outro carro que tivemos a sorte de pegar na linha 83D. Foto: Adão Marcelino/Ônibus Brasil
Nossa meta era ir pra Pampulha, mas pra não perder a integração fomos de 65 de novo, dessa vez no carro 30601, um Millennium BRT O500MA da Auto Omnibus Nova Suissa. Inicialmente fiquei um pouco descontente, pois a empresa pratica condução econômica, o que faz as viagens ficarem mais longas, demoradas e entediantes, pois é muito broxante ver a pista livre, os outros carros ultrapassando e o seu a 50 km/H. Quando assentamos, um dos amigos fecharam o alçapão e uma mulher que estava por ali reclamou, dizendo que o Ar não estava tão gelado. E aí eu disse: "mas se fechar, o ar não circula." Realmente já havia visto ACs melhores, mas não achei. Ele não se desenvolveu bem como queríamos por causa da condução econômica mas tava bom. Ficamos na primeira estação da Pedro I e depois pegamos o 10690 da Cidade BH até a Estação Pampulha. Fui carregar meu celular, (que aquela altura estava horrível e insuportável, tanto que 2 dias depois comprei outro celular melhor) e me despedi do pessoal, pois dali iria embora. Minha intenção era ir de 6350, mas como perdi resolvi testar a combinação 50+30 Direto. Peguei o 40505 da Coletur na 50, que estava gelado, bem conservado até e corria, livre de condução econômica!
Carro que utilizei, agora sozinho, para voltar ao Centro. Foto: Adão Marcelino/Ônibus Brasil
Cheguei ao Centro, tomei um lanche e doido de vontade de chegar em casa, peguei o carro 4338 da Sidon, que estava parado na Espírito Santo, esperando pra pegar a Caetés. Se tratava de um Apache S21 Mercedes-Benz OF1722M. Ele correu bem e estava incrívelmente conservado. Como estava cansado do dia e sem celular, nem curti muito. Ao chegar na Estação Diamante, peguei novamente o carro 30440 e assim encerrei meu sábado que foi legal, bom e proveitoso, pois encontrei com meus amigos e andei muito de MOVE.
Muito obrigado por terem lido, abraços e até a próxima (já a tarde!)!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Recebendo a APBus em Belo Horizonte

Olá amigos, boa noite!!! Estamos de volta após quase 2 meses de férias, primeiro gostaria de agradecer a todos que vieram ao blog mesmo sem ter nada novo aqui, somente em Dezembro e Janeiro foram mais de 1 mil visualizações, portanto agradeço a todos por terem feito do Ônibus Mineiro o que ele é hoje. Sobre projetos e planos, não teremos nenhum projeto específico para este ano, portanto devemos seguir as mesmas diretrizes e formato adotados em Abril do ano passado, por que em time que está ganhando não se mexe. Leves mudanças devem ocorrer, algumas já foram testadas no ano passado, mas antes de qualquer mudança, vamos avisar por aqui. Finalmente sobre o texto, no texto de hoje farei um resumo sobre o 87° Encontro da Associação Paulista de Busólogos (APBUS), que ocorreu em Belo Horizonte. Então boa leitura a todos!!!
No dia 12 de dezembro, meus amigos da Associação Paulista de Busólogos - APBus vieram a Belo Horizonte para conhecer a cidade e fotografar. E eu fui os receber. Na noite anterior, após contato intenso no whatsapp, decidi o horário que eu ia sair para os encontrar. O local acertado foi a Praça Louis Ensch, na Cidade Industrial. Seria um lugar de fácil acesso pra mim, pro ônibus e um lugar de fácil parada. Com base no horário, decidi acordar as 6:40 da manhã, e então dormi. No horário mencionado eu acordei, arrumei e peguei carona com meu pai (que estava indo fazer a renovação da Resolução 168) até a Estação Barreiro. Lá eu entrei pela passarela, passei pelos bloqueios tarifários e desci pra plataforma D para pegar a linha 32, olhando o horário vi que as 7:45 ele partiria de lá, então esperei. Veio o carro 30169 da Viação Paraense, um Torino 2007 OF1722M, um dos únicos com freio retarder, fabricado pela Voith. Exatamente as 7:45 ele partiu, e e então liguei o rádio no programa No Fundo do Baú, da Rádio 98FM. O motorista desde o início já sentou o pé, tanto que conseguiu a incrível peripécia de fazer o retarder ser ativado na primeira subida após a saída da estação. O motorista foi botinando pra valer, tanto que eu lamentei o fato de não ir até o Centro, mas fazer o quê né... Exatamente 12 minutos após o embarque, chegamos a Praça Louis Ensch, onde saltei do ônibus. Pro tédio da espera ir embora, fui mexendo no celular, até o momento onde aponta na Avenida Cardeal Eugênio Paccelli o imponente G7 1600LD O500RSD da Brasil Sul. Como combinado, acenei para o ônibus e fui respondido por uma piscada de farol. O ônibus encostou na baía e um deles me recebeu, já que ele veio na cabine.
Carro da Brasil Sul que trouxe meus amigos de São Paulo. Foto de um dos amigos que esteve conosco em BH, Anderson Moraes. 
Entrei e me identifiquei para o pessoal, e depois fui para o fundão e fui conversando com o pessoal, enquanto o ônibus desfilava pela Avenida Amazonas. Pra mim foi uma experiência especial, pois já passei muito pela Amazonas de ônibus urbano, mas em um ônibus como aquele, foi a primeira vez. Aposto que deve ter sido bonito ver o ônibus rodar pela avenida. Depois fui para a cabine e indiquei a dupla de motoristas o caminho que deveria ser percorrido: pegamos a Rua Araguari, e ao final dela, pegamos a Avenida do Contorno, mas na conversão um dos motoristas ficou com medo do ônibus entalar embaixo do Elevado Castelo Branco, então com o auxílio do segundo motorista e de um ambulante, fizemos a manobra e continuamos para a Avenida do Contorno, onde o ônibus estacionou, pondo fim a viagem de exatas 9 horas dos passageiros e da minha carona.
Outra foto dele, agora minha.
Como o check-in deles no hotel era somente ao meio-dia, quase todo o grupo foi fotografar no entorno da rodoviária e eu fui com eles. Depois, eu e um pequeno grupo nos desgarramos do grupo principal e fomos para o entorno da Praça Rio Branco. A ideia era seguirmos para um giro pelo MOVE, mas acabamos fotografando por lá e depois de muita insistência, eles adquiriram bilhetes e seguimos para a Pampulha. Embarcamos no carro 40501, um Viale BRT O500MA da Coletur, na rapidíssima 50.
Carro que fomos pra Estação Pampulha. Foto de um outro amigo que esteve conosco, Cosme busManíaCo.
No caminho fomos conversando sobre várias coisas, diferenças entre SP, BH, Curitiba, etc. Chegamos a Estação Pampulha e eles ficaram encantados com o visual. Ficamos fotografando (e conversando, é claro), e por volta de 11:15 retornamos para o Centro no carro 40555, um Millennium BRT O500MA da Rodopass, novamente na 50. O assunto foi o mesmo da ida. Chegamos ao Centro e voltamos ao ônibus, e chegando lá tive a grata surpresa de encontrar um dos administradores e representantes do grupo Amigos do Trecho, Otávio Silva, juntamente com a galera, e não só ele, mas alguns amigos já haviam passado por lá também. Ficamos lá e a pedido da coordenação, os guiei até o hotel, que ficava na Rua Caetés. Enquanto eles faziam check-in e iam a seus quartos, fui almoçar, retornei ao hotel, e em seguida fui levando partes da galera pra almoçar. Depois reiniciei minhas andanças, dessa vez com menos pessoas, apenas 2 amigos que queriam conhecer o Metrô de BH, então propus: vamos de MOVE até a Estação São Gabriel e voltamos pra cá de Metrô. Coincidentemente, o restante do pessoal também iria pegar o MOVE, mas pra Pampulha, o que me induziu a um erro: entramos na Estação de Transferência errada! Era pra entrar na São Paulo, onde pegariamos o 83D, mas entramos na Rio de Janeiro junto com o pessoal que ia pra Pampulha, mas pra nossa sorte não só tinha o ônibus para a Estação São Gabriel como ele já estava atracado: foi só entrar nele e sair pra ESG. O carro era o 20617, um Granmetro O500MA da Sagrada Família Ônibus, empresa pertencente aos Lessas da Saritur (Rápido explicativo: a família Lessa se estabeleceu no transporte. Um dos Lessa é dono do Grupo Empresarial Saritur, que tem empresa pra caramba em Minas Gerais, domina boa parte do transporte metropolitano e uma parte do municipal e fizeram muitas aquisições de empresas nos últimos 5 anos, incluindo a Sagrada Família, empresa que comprou a Itapagipe, que comprou há algum tempo a operação em BH da Autotrans, que pertence a Saritur. O outro Lessa é dono da Irmãos Lessa, empresa de fretamento e turismo na região de Belo Horizonte, inclusive eu já viajei com eles e o relato tá aqui no blog. Já um terceiro Lessa é dono da modesta empresa Translessa, que é uma empresa de turismo e tem poucos carros, todos adquiridos usados. Agora dá pra continuar, hahahahahahahahaha).
Carro que fomos para a Estação São Gabriel. Outra foto do  Cosme busManíaCo.
O único problema da linha que pegamos, é que ela era a paradora do corredor, mas fazer o que, agora era ir. O caminho foi todo zueira, risadas e trocadilhos em todo o caminho até a Estação São Gabriel. Lá fomos caminhando até a Estação do Metrô, lá eles adquiriram os bilhetes e nós descemos. Logo veio a composição 07, de construção Cobrasma-Ferconrail, e embarcamos com destino a Estação Central. Mas logo após a Estação Minas Shopping fomos informados no Whatsapp que boa parte do pessoal estava na Estação Pampulha, então decidimos que chegando na Central, seguiriamos para o encontro do pessoal. E fizemos o trajeto, mais uma vez com muitas zoeiras. Ao chegar na Praça da Estação e ver aquelas fontes jorrando água, não pensamos duas vezes: tirei do bolso tudo o que nele estava, entreguei a mochila a meu amigo e logo fui correr por entre as fontes, e saí de lá bem molhado, mas meu amigo saiu bem mais molhado. Depois do banho, seguimos para a Pampulha. Compramos bilhetes e fomos pegar o 50. Veio o 40552, de novo um Millennium BRT O500MA da Rodopass.
Carro que seguimos para a Estação Pampulha. Foto de um outro amigo que esteve conosco aqui em BH, Bruno Cândido.
Dessa vez o carro já tava com uma falha no assoalho, e debaixo do banco que sentei veio um calor que trouxe um grande incômodo na viagem toda. Ao chegar na Pampulha, achamos o pessoal e ficamos um tempo lá, indecisos, até que por fim decidimos voltar ao Centro. Na 50 veio novamente o 40501, um Viale BRT O500MA da Coletur, pra fechar o dia. Chegamos ao Centro e para mim, terminou-se ali aquele grande dia especial, de muitas experiências trocadas e muitos momentos vividos.
Agradeço a todos por terem lido, e até a próxima!!!